As torres da linha de transmissão de 138 kV formam a espinha dorsal das modernas redes elétricas, projetadas pela liderançaFabricantes de torre elétricaComo Junjiang para transmitir de forma confiável energia de alta tensão em distâncias intermediárias com perda de energia minimizada. Essas estruturas robustas de rede ou monopolo são implantadas estrategicamente entre níveis de tensão de 132 kV e 220 kV, tornando-as ideais para redes de subtransmissão.
| Tensão | 138KV |
| Tipo de torre | Torre de suspensão, torre de tensão, torre morta, estrutura de subestação |
| Altura | 10M-100M |
| Circuito | Circuito Único/Duplo |
| 1. aço estrutural de baixa liga de alta resistência: Q420B que é equivalente com ASTM Gr60 2. aços estruturais de baixa liga de alta resistência: Q355B que é equivalente com ASTM Gr50 ou S355JR 3. aço estrutural de carbono: Q235B que é equivalente com ASTM A36 ou S235JR | |
| Soldadura | AWS D1.1 |
| Tratamento de superfície | Galvanização por imersão a quente/pintura/revestimento em pó |
| Galvanização por imersão a quente | GB/T 13912-2002, EN ISO 1461,ASTM/A123 ou equivalente |
| Padrão de soldagem | AWS D1.1, AS554, AS 4100 padrão ou equivalente |
| Grau 8 | |
| Embrulho de gelo | 5-10mm |
| Verticalidade | 1 / 1000 |
| Temperatura de trabalho | -45 °C - 45 °C |
| Porcas e parafusos | |
| Vida útil de trabalho | 30/50 anos |
Para garantir a confiabilidade e segurança a longo prazo, as torres da linha de transmissão de 138 kV devem seguir princípios críticos de projeto estrutural e elétrico. Aqui estão os principais fatores que os engenheiros priorizam:
Seleção de material: O aço galvanizado é comumente usado por sua alta relação resistência-peso e resistência à corrosão.
Resistência ao vento e carga: As torres são projetadas para suportar cargas dinâmicas de vento (até 150 km/h) e acúmulo de gelo em climas frios.
Projeto da Fundação: As fundações de concreto armado evitam a inclinação/afundamento, especialmente em regiões de solo macio.
Liberação de isolamento: mantém intervalos mínimos de ar (por exemplo, 1,2 m entre os condutores) para evitar flashovers.
Sistemas de aterramento: Redes de aterramento adequadas protegem contra quedas de raios e correntes de falha.
Mitigação do efeito corona: Superfícies condutoras lisas e espaçamento otimizado do feixe reduzem as perdas de energia.
Projetos modulares: Permitir fácil substituição de seções danificadas.
Acessibilidade: Inclui escadas e plataformas para inspeções e reparos de rotina.